Segunda, 09 De Julho De 2018

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Coluna | Tecnologia e filhos – Programação para os Pequenos

CĂłdigo

Como vocês sabem, minha Farofinha está indo muito bem no computador assim como no videogame. Digão (meu pimpolho mais novo) já está indo no mesmo caminho, há vários jogos que ele se dá muito bem, mesmo não entendendo exatamente o que tem que fazer.

Ultimamente tenho visto alguns projetos interessantes que ensinam crianças a desenvolver jogos, pequenos aplicativos e até programar robôs. Em um desses dias minha guria me viu assistindo alguns vídeos de robôs e achou o máximo! Automaticamente resolvi dar uma utilidade maior para as horas que ela passa na frente do PC.

Criei uma conta para ela no Hour of Code do Code.org e a inscrevi no curso de Angry Birds. É algo bem interessante e simples que mantém o interesse das crianças. Nesse caso, consiste em levar o personagem do Angry Birds Vermelho (Red) até o porquinho arrastando e ordenando bloquinhos de código. Veja aqui:

Parece somente uma brincadeira, mas dessa forma a criança vai se acostumando com os comandos e aprendendo a linguagem de programação e quando você menos espera já estão programando carrinhos ou pequenos robôs e fazendo-os andar, aí empolgação da criança (ou do pai hohoho) vai lá em cima.

Mas tudo isso que falei nĂŁo teria sentido algum se nĂŁo trouxesse algum benefĂ­cio, correto?

Pois bem, aqui vão alguns motivos para ensinar uma criança a programar.

  1. Pensamento LĂłgico

    Principalmente na hora de resolver algum problema do cotidiano. As coisas ficam muito mais fáceis quando você consegue separar os componentes do problema e tentar resolvê-los um a um, passo a passo, para obter o resultado final correto.

  2. Criatividade

    Apesar da área de desenvolvimento ser considerada exata, Ă© necessário ter criatividade para inovar e chegar a uma solução para cada problema sugerido. Mesmo que no futuro seu [email protected] nĂŁo escolha ser um desenvolvedor, poderá utilizar as ferramentas que aprendeu quando criança para resolver seus problemas independente da área.

  3. Organização

    Para desenvolver um bom programa tem que haver organização. Cada parte do código tem que estar no lugar correto e ser executado no momento exato. Esse tipo de organização não serve somente para programas e aplicativos mas sim para qualquer atividade desde tomar banho até lançar um satélite (ou um carro) no espaço.

  4. A boa curiosidade

    Hoje em dia, o que não se pode fazer quando se sabe programar? As possibilidades são infinitas! Sendo assim, sempre há um degrau além. Se hoje a criança aprendeu a fazer seu robô andar para frente e virar ao esbarrar em algo, com certeza ela vai querer saber como faz para que ele desvie, fale, pegue um objeto ou ajude-a nas lições de casa.

  5. Algo além de jogar

    Não que seja uma coisa ruim, mas se minha Farofinha pode estar aprendendo algo além de jogar no computador, o tempo dela estará sendo muito mais produtivo. Se a curiosidade aparece, tenho que fornecer um modo de pesquisa para que ela continue evoluindo.

  6. Uma vaga no mercado

    Vivemos numa época em que a Inteligência Artificial está a cada dia substituindo o ser humano nas mais diversas tarefas e que muitas profissões tendem a desaparecer num futuro breve. Saber programar não será mais um diferencial e sim um requisito básico para o ingresso no mercado de trabalho independente do ramo.

Agora é só esperar para ver as invenções que sairão das cabecinhas dos nossos pequenos gafanhotos.

Quem é timEU

Um indivíduo entre outros 7 bilhões que compõe uma única espécie entre outras 3 milhões de espécies já classificadas que vive num planetinha que gira em torno de uma estrelinha que é uma entre outras 100 bilhões de estrelas em uma galáxia entre outras 200 bilhões de galáxias num dos universos possíveis e que vai desaparecer.

  

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