Terça, 18 De Dezembro De 2018

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Crítica/The Rain (1º temporada)

Texto por Marcelo Costa

A série The Rain, lançado na plataforma de streaming Netflix, é uma produção dinamarquesa, ambientada na Escandinávia, que traz uma história em que as chuvas acontecem sempre carregadas de um vírus mortal. Quem se molha morre em poucos minutos. Simone (Alba August) e Rasmus (Lucas Lynggaurd) foram abandonados pelo pai cientista, que, ao que tudo indica, tem “culpa no cartório”.  Os irmãos ficam presos em “bunker” por seis anos, um local construído no subsolo com toda proteção necessária com alimento e água pra viver durante muito tempo.

Cansados de esperar e precisando de informações sobre o  pai, os dois resolvendo deixar o bunker.

A trama até que começa bem, com bons momentos de tensão envolvendo os irmãos, o que faz sentir interesse de ir até o final, até porque são apenas oito episódios na primeira temporada.

Nesta busca os dois acabam colocando em risco suas vidas, por conta das chuvas e de outras pessoas que sobreviveram e vivem o desespero da busca por alimento.

O roteiro até tenta “beber na fonte” de filmes e séries que abordam temas como pós-apocalipse, zumbis, fim do mundo, mas não consegue nem repetir bem a fórmula. Existe a tentativa de criar romance, mas também não empolga. Ou seja, chega ao final do oitavo episódio sem “saber o que é” de verdade, e por conta disso não se torna envolvente em nenhum dos campos. Não dá medo, desespero, não faz chorar, se apaixonar… nada!

Não funciona, o roteiro é cheio de falhas. E, ao final, a sensação que dá é que a temporada tem oito episódios porque os autores não conseguiram ir mais longe, apesar do final deixar claro que teremos uma segunda temporada!

  • Com roteiro pouco envolvente e trama que não cativa, The Rain é um desperdício de um bom cenário apocalítico
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Resumo

Seis anos depois de um vírus brutal transmitido pela chuva acabar com quase todos os humanos na Escandinávia, dois irmãos dinamarqueses, Simone e Rasmus, emergem da segurança de seu abrigo para descobrir que todos os remanescentes da civilização desapareceram. Logo eles se juntam a um grupo de jovens sobreviventes e juntos partem em uma missão cheia de perigos através da Escandinávia abandonada, em busca de qualquer sinal de vida. Livres de seu passado coletivo e regras sociais, o grupo tem a liberdade de ser quem eles querem ser. Em sua luta pela sobrevivência, eles descobrem que mesmo em um mundo pós-apocalíptico ainda há amor, ciúme, amadurecimento e muitos dos problemas que eles pensaram ter deixado para trás com o desaparecimento do mundo que conheciam.

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